segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Crítica


Crítica de Big Hero 6 (o filme quem ninguém fala o nome traduzido)



Sinopse: Cidade de San Fransokyo, Estados Unidos. Hiro Hamada é um garoto prodígio que, aos 13 anos, criou um poderoso robô para participar de lutas clandestinas, onde tenta ganhar um bom dinheiro. Seu irmão, Tadashi, deseja atraí-lo para algo mais útil e resolve levá-lo até o laboratório onde trabalha, que está repleto de invenções. Hiro conhece os amigos de Tadashi e logo se interessa em estudar ali. Para tanto ele precisa fazer a apresentação de uma grande invenção, de forma a convencer o professor Callahan a matriculá-lo. Entretanto, as coisas não saem como ele imaginava e Hiro, deprimido, encontra auxílio inesperado através do robô inflável Baymax, criado pelo irmão.

Nota: adorei o visual misto da cidade, mas antes do filme sair eu fiquei tipo "Sério que todo o filme tem que passar nos Estados Unidos? Não doí nada ser só em Tokyo".




Crítica: só pra falar, SIM, EU FIZ A CRÍTICA DE UM DESENHO MAS NÃO FIZ DE GUARDIÕES DA GALÁXIA, QUE LOUCURA.
 Mas voltando. Como boa fã de animações eu confesso que esperava mais desse filme.
 O filme é divertido sim, bastante, e provavelmente vou assistir ele muitas vezes novamente, mas acho que seus maiores problemas foram a previsibilidade e a falta de trabalho com os personagens.
 Mesmo sendo uma animação o enredo é bem previsível, logo no iniciou o meu amigo já havia acertado quem era o vilão do filme, claro que não podemos pedir um grande enredo vindo de uma animação, ou melhor, podemos, esse pensamento de que animação não pode ser mais complexa é algo muito simplista, temos várias animações aí pra provar.



 Já no quesito personagem, esse filme trabalha bem o relacionamento do protagonista Hiro e do robô Baymax, mas tornar o relacionamento dele com os outros personagens muito gratuito, isso acontecesse muito rápido. Na verdade, a união e amizade deles se resumi a uma cena no começo em que eles trocam algumas palavras, e pronto, eles são amigos para sempre.
 O filme também não trabalha os personagens individualmente, sendo bem dificil eu me importar com alguém além do Hiro e do seu robô fofão. 
 Durante o filme também teremos vários momentos comoventes, que realmente fazem alguns marmanjos derramarem lágrimas.



 Dublagem é algo que muita gente estava com medo, por que a Disney criou esse habito de contratar celebridades para dublar personagens em seus filmes, tanto que nesse filme, dos protagonistas, só Hiro e Baymax tem dubladores profissionais. Esse elenco de celebridades é formado por Kefera, como Gogo Tomago, Robson Nunes como Wasabi, Fiorella Matheis como Honey Lemon e Marcos Mion como Fred. Claro que essas escolhas geraram polêmica, já que a dublagem de Luciano Huck em Enrolados deixou muita gente subindo pelas paredes. Mas pelo menos da minha parte, eu gostei, até mesmo esqueci que eram eles dublando até o filme acabar e não me incomodou, como a do Luciano Huck, que me fez revirar na cadeira.




 O design dos personagens podem ser avaliados para comparação com o quadrinho original (que ninguém leu). Quando fui explicar sobre as mudanças de visual para um amigo eu usei um exemplo muito simples, a Estelar dos Jovens Titãs, nos quadrinhos ela anda quase sem nenhuma roupa, mas no desenho ela virou uma garota boazinha para ganhar o pública, é a mesma coisa com o design de alguns personagens desse filme.
 Veja aqui uma clara comparação com as duas personagens femininas do filme e o protagonista Hiro.










Nota: 3.5/5.0

Trailer:


Ps:. Assim como fiquei viciada na música Hero da Jessie J, que estava nos créditos de Kick-Ass 2, eu estou viciada agora em Immortals do Fall Out Boy.





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